Bom dia meu querido filho!
Faz hoje 6 anos em que eu estava á tua espera na sala de partos, quando nasceste ás 00,19 horas daquele dia 19 de Junho de 2003, dia do Corpo de Deus.
Ouviste a minha voz e percebeste que o teu papá estava por perto…mesmo ali ao teu lado, e como já conhecias a minha voz, porque falei muito contigo ainda quando estavas na barriga da mamã, não te foi difícil quando eu chamei pelo teu nome, perceber que o teu papy como tu agora me chamas, estava ali mesmo ao teu lado para te segurar, proteger, amar e dar afectos, e querer o melhor para ti.
Hoje assim continua, e contra todas as rasteiras que NOS têm pregado, nada nos irá separar.
Amo-te daqui até ao Espaço…como tu costumas dizer, quando queres mostrar a grandeza do teu amor pelo teu papy.
Com muito amor meu filho!
O papá hoje vai buscar-te, para depois da festa que vamos fazer na tua escolinha, com os teus amigos, logo á noite temos outra com os manos na nossa casa de Lisboa.
Continuas a ser o único a falar verdade, e a dar grandes lições de vida a muitos adultos, com a tua maneira de ser e compreender, só não compreendes o que a Justiça anda a fazer…há um ano que o nosso processo está parado…mas descansa que se algo acontecer, não faltará quem venha logo dizer que tu eras umas criança já “referenciada”.
Parabéns meu filho! Com muito amor.
Pai Tomaz
Sexta-feira, 19 de Junho de 2009
Quinta-feira, 4 de Junho de 2009
Sim sou eu!... só que cresci e continuo á espera.
Estamos estratégicamente á espera...mas não nos calaram.
Brevemente voltaremos com tudo o que houver para contar.
Estamos estratégicamente á espera...mas não nos calaram.
Brevemente voltaremos com tudo o que houver para contar.
Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008
Para a familia e amigos que estão longe, e não só!
Para a família e amigos que têm entrado no blogue do Tomaz, desde o Canadá, Áustria, e Brasil, informo que e-mail do Tomaz é o seguinte;
tomaztomaz@sapo.pt
É evidente que está dirigido ao pai Tomaz
Cumprimentos
tomaztomaz@sapo.pt
É evidente que está dirigido ao pai Tomaz
Cumprimentos
Domingo, 26 de Outubro de 2008
Pai Tomaz disse...
Amigos do Tomás Tomaz, neste momento a única coisa que posso dizer é que o Tomás precisa de afectos, precisa de crescer em termos psicológicos e intelectuais em paz.desculpem não adiantar por agora mais,(não posso ou melho não devo)existem técnicos a trabalhar para o seu bem estar, mas se lêrem tudo o que está no blog ficam com uma "leve" informação sobre o que se passa com o Tomás.Quando existem á sua volta CORAÇÕES NEGROS DE ÓDIO, é claro que o Tomás não pode estar bem.TUDO FAREI NO SUPERIOR INTERESSE DO MEU FILHO, mesmo que a minha dor seja elevada não vou parar nunca.
Pai Tomaz
25 de Outubro de 2008 23:56
Amigos do Tomás Tomaz, neste momento a única coisa que posso dizer é que o Tomás precisa de afectos, precisa de crescer em termos psicológicos e intelectuais em paz.desculpem não adiantar por agora mais,(não posso ou melho não devo)existem técnicos a trabalhar para o seu bem estar, mas se lêrem tudo o que está no blog ficam com uma "leve" informação sobre o que se passa com o Tomás.Quando existem á sua volta CORAÇÕES NEGROS DE ÓDIO, é claro que o Tomás não pode estar bem.TUDO FAREI NO SUPERIOR INTERESSE DO MEU FILHO, mesmo que a minha dor seja elevada não vou parar nunca.
Pai Tomaz
25 de Outubro de 2008 23:56
Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008
Os amigos aparecem sempre quando é preciso
"toda a equipa de colegas (mesmo de outras companhias) está contigo,
Abraços
Polónia
(averiguador)"
O meu muito obrigado.
Pai Tomaz
Abraços
Polónia
(averiguador)"
O meu muito obrigado.
Pai Tomaz
Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008
Amanhã, dia 10 de Outubro
Após a publicação do artigo do Correio da Manhã, o meu pai foi convidado a estar presente já amanhã, sexta feira dia 10 de Outubro, no programa Você na TV [canal: TVI], na rubrica "Crime diz ele" do jornalista Hernâni Carvalho.
Quem puder/quiser assistir, ficará a conhecer mais alguns desenvolvimentos do caso do meu irmão Tomás.
Quem puder/quiser assistir, ficará a conhecer mais alguns desenvolvimentos do caso do meu irmão Tomás.
Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008
Associação Pais Para Sempre
A Associação PAIS PARA SEMPRE é uma Organização Não-Governamental de âmbito nacional e Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), sediada em Lisboa - Portugal, que tem por objectivo assegurar às Crianças e aos Pais a regularidade, o significado e a continuidade dos contactos dos filhos com os seus dois pais e com a restante família.
E ontem a associação ficou a conhecer o caso do meu irmão Tomás, através do artigo do Correio da Manhã, divulgando-o no blog oficial da Associação.
E ontem a associação ficou a conhecer o caso do meu irmão Tomás, através do artigo do Correio da Manhã, divulgando-o no blog oficial da Associação.
Terça-feira, 7 de Outubro de 2008
Hoje
Correio da Manhã, página 20.

Curiosamente, também hoje saiu um despacho do tribunal. Coincidência (ou não...não sei), a verdade é que o despacho saiu e é extenso. Extenso demais para ser lido por telefone, disse-me o meu pai que ainda não o leu também.
Logo à tarde saberemos as novidades do processo do meu irmão. Para pior do que está, não deve ir de certeza. Ou pelo menos assim se espera.
Mas pelo menos alguma coisa se mexeu...
[Edit: a pedido, aqui fica o .pdf do artigo. Basta clicar aqui.]
[Edit: o artigo está disponível online no site do Correio da Manhã. Para ler o artigo directamente no site basta clicar aqui.]

Curiosamente, também hoje saiu um despacho do tribunal. Coincidência (ou não...não sei), a verdade é que o despacho saiu e é extenso. Extenso demais para ser lido por telefone, disse-me o meu pai que ainda não o leu também.
Logo à tarde saberemos as novidades do processo do meu irmão. Para pior do que está, não deve ir de certeza. Ou pelo menos assim se espera.
Mas pelo menos alguma coisa se mexeu...
[Edit: a pedido, aqui fica o .pdf do artigo. Basta clicar aqui.]
[Edit: o artigo está disponível online no site do Correio da Manhã. Para ler o artigo directamente no site basta clicar aqui.]
Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008
ÚLTIMA HORA
Hoje, 13 de Agosto de 2008, pelas 15.00 horas recebi uma novidade vinda do tribunal Judicial do Cadaval.
Num despacho do Meritíssimo Juiz (Substituto, não o mesmo que pede á segurança social um espaço para eu poder estar com o meu filho Tomaz) despacha o seguinte;
Num despacho do Meritíssimo Juiz (Substituto, não o mesmo que pede á segurança social um espaço para eu poder estar com o meu filho Tomaz) despacha o seguinte;
Tribunal Judicial do Cadaval
CONC. - 13-08-2008
Atento os motivos, por forma a assegurar o superior interesse do menor, determino que enquanto o infantário se encontrar encerrado, os contactos entre o pai e o menor terão lugar nas instalações do ISS-IP, em Torres Vedras, ás 6ªs feiras, entre as 16,00 e as 17,00 horas, não sendo necessário a presença de qualquer técnico.
Atento os motivos, por forma a assegurar o superior interesse do menor, determino que enquanto o infantário se encontrar encerrado, os contactos entre o pai e o menor terão lugar nas instalações do ISS-IP, em Torres Vedras, ás 6ªs feiras, entre as 16,00 e as 17,00 horas, não sendo necessário a presença de qualquer técnico.
Notifique, sendo a mãe no sentido de prover pela presença do menor no local e á hora supra referidas.(sic)
Juiz de Turno
Veja-se no post anterior que um outro juiz (substituto) solícita á Segurança Social que arranje espaço para o Pai poder estar com o filho. Não fala em dias.
A Segurança Social envia um oficio ao Tribunal a dizer que devido ao facto de haver pessoal de férias nesta época, foi possível “arranjar” dois dias, que seriam á terça e á sexta feira, em combinação com a mãe do menor no que diz respeito a horários.
Agora veja-se; No infantário podia estar com o meu filho todos os dias, na Segurança Social por especial favor arranja espaço para podermos estar juntos dois dias por semana, uma hora por dia, depois solicita ao Tribunal para se prenunciar se é obrigatório estar algum técnico a acompanhar o encontro entre Pai e Filho, e o Meritíssimo Juiz despacha por “especial favor” o que acima se pode ler.
Conclusão: 6ª feira dia 15 de Agosto é feriado, A Segurança Social está Fechada, logo não vai haver encontro com o meu filho.
Só dia 22 de Agosto, ou seja 23 dias depois de ter estado com o meu filho é que posso voltar a vê-lo.
Depois dia 29 de Agosto voltarei a estar com ele.
Isto quer dizer que em um mês (mês que deveria ter sido de férias) estarei 2 horas no total com o meu filho.
Depois como o infantário abre a 15 de Setembro, até lá poderei estar com ele mais duas horas.
Só me resta perguntar; se houvesse vontade por parte da mãe, como ela diz nos autos que incentiva o contacto do Filho com o Pai por ser importante para o seu desenvolvimento, porque não resolve esta situação?
Tal não vai acontecer, a “arma “que tem na mão, que é a única, é muito poderosa, mas aquilo que semear hoje daqui a alguns anos irá ter o resultado da colheita.
Pai Tomaz
JURO DIZER A VERDADE, TODA A VERDADE E NADA MAIS QUE A VERDADE!
Desde acerca de um mês que nada escrevo para o Blog do meu filho. Sei que tem tido muitas visitas, sei que há pessoas interessadas em saber o andamento do assunto que lhe diz respeito, também sei que existe sempre alguém á espreita para no dia seguinte e independentemente do que aqui for escrito, ir a correr ao Tribunal apresentar um requerimento junto do processo dizendo que escrevi isto ou aquilo que na verdade não consta no teor do post, como aconteceu no meu post em que foi apresentada queixa em Tribunal dizendo que eu tinha escrito que a Juiz estava “comprada”, e que analisado todo o blog até á altura mereceu da parte da Digníssima Juiz o despacho de “NADA A OPOR”. Bastava qualquer pessoa bem intencionada ler o post e chegar á conclusão que aquilo de que eu estava a ser acusado não estava escrito no post.
Passamos agora ao presente, estamos a 13 de Agosto do ano de 2008, e são já 10 dias sem conseguir estar com o meu filho, se contarmos com alguns minutos que me foi possível no dia 4 estar com ele na Comissão de Protecção de Menores do Cadaval, pois caso descontemos esses minutos vai em 14 dias sem estarmos juntos. Anteriormente o convívio com o meu filho só tinha vindo a ocorrer desde Abril no recreio do infantário, onde por ordem do Estado na pessoa da Dota juíza (e uma vez mais o digo, por erro de leitura dos autos), eu só ai o podia visitar., mas como o infantário fechou em 31 de Julho e só reabre a cerce de 15 de Setembro, acabou para mim e para o meu filho o convívio de que ambos precisamos.
Foram dias, muitos, e humilhantes, pois a alegria de poder estar com o meu filho diariamente, embora tivesse que fazer cerca de 150 kilómetros, contrastava com a humilhação de ver outros pais ir buscar os filhos ao infantário e perceberem que estava ali um “MAU” Pai que só podia ver o filho no recreio do infantário e nada mais, mas que no entanto enquanto lá estava “tinha” que brincar também com os filhos deles, pois era impossível estar a sós com o meu filho Tomaz, o que também era compreensível pois ao fim de um dia de actividades curriculares, era natural que o Tomaz se dividisse entre o crer estar com o Pai e brincar com os companheiros do infantário.
No entanto esta experiência teve uma parte positiva, pois quando eu chegava ao recreio e para os meninos não era um Pai qualquer, mas sim o Pai Tomaz para todos, com quem iam brincar, levá-los ás cavalitas, empurrar baloiços e até por vezes por alguma ordem nas disputas naturais entre eles.
Desde 3 de Abril na Conferência de Pais em que fui penalizado por engano da Meritíssima juiz, foi ditado pela mesma para a acta que ia ser pedido á Segurança Social que elaborasse um Relatório Social sobre os progenitores, e que tal deveria ser enviado ao “Tribunal no prazo máximo de 20 dias”. O tempo foi passando e os relatórios Sociais não apareciam, nem os progenitores foram contactados para que tal acontecesse. Para uma das partes estava tudo bem e até era conveniente, para mim e ao fim de 42 dias andei na Segurança Social, em Lisboa á procura do pedido feito pelo Tribunal, percorri 3 Edifícios da Segurança Social e só ao Terceiro e após “algum esforço” lá foram encontrados os faxes do Tribunal do Cadaval no fundo de uma pasta, e que quando foram “descobertos” pelo departamento competente e com a máxima urgência procederam ao envio de um deles para a Segurança Social de Torres Vedras, zona de residência da mãe do meu filho. Desde logo ficou marcado para o dia seguinte para me deslocar novamente á Segurança Social para uma entrevista com a Técnica Dr.ª. A….A…
Assim aconteceu, ficando combinado que na próxima semana iria ser novamente convocado para outra entrevista. Passou a semana e nada de novo a segunda semana e nada, e na terceira semana entrei em contacto telefónico com a referida Técnica, que me disse ter estado de férias e por isso não ter sido possível agendar a reunião, tendo no mesmo instante a dita reunião ficado marcada para o dia seguinte, o que veio a acontecer nas instalações da Segurança Social.
Ficou nessa reunião combinado que eu teria de reunir os meus filhos em minha casa para que a referida Técnica marcasse uma ida á mesma e pudesse conversar com os irmãos do Tomaz, tal só aconteceu passadas duas semanas, mais concretamente a 20 de Junho (sexta feira).
Feita a visita á minha residência em Telheiras-Lisboa, certificadas as minhas condições habitacionais, e entrevistados os irmãos mais velhos do Tomaz, foi-nos dito pela Senhora Técnica que o relatório por ela a elaborar seguiria na próxima semana para o Tribunal, o que não veio a acontecer e que mais á frente explicarei.
Entretanto o relatório social da mãe do Tomaz e elaborado pela Segurança Social de Torres Vedras e que teve origem nas diligencias por mim feitas em Lisboa, é enviado para o Tribunal, tendo ai dado entrada a 11 de Julho, mas com data da sua elaboração de 26 de Junho, ou seja 15 dias após a sua conclusão pela técnica responsável, e 103 dias após ter sido solicitado pelo Tribunal.
Quanto ao meu relatório Social, e como o mesmo não havia meio de chegar ao Tribunal, entrei em contacto uma vez mais com a Senhora Técnica da Segurança Social de Lisboa, e responsável pela sua elaboração, a qual me informou que o relatório tinha seguido pelo correio para o Tribunal, e que se ainda não tinha chegado era culpa possível dos correios. Ora como as novas tecnologias existem para delas tirarmos partido foi por mim solicitado que o relatório fosse enviado ao Tribunal via Fax tal como tinha sido enviado inicialmente o de torres Vedras, para que assim, ainda houvesse tempo útil para a Senhora Juiz e a Senhora Procuradora se pronunciar antes das férias Judiciais, o fax chegou alguns minutos depois e os originais cerca de três dias após. O meu relatório Social deu entrada no Tribunal do Cadaval a 15 de Julho, mas com data da sua conclusão pela Técnica responsável a 7 de Julho, ou seja 8 dias após a sua conclusão e 25 dias após a reunião com os irmãos do Tomaz, e 107 dias após ter sido solicitado pelo Tribunal.
De uma coisa eu fiquei com a certeza, se não tivesse andado á procura pelos Serviços da Segurança Social, nada até hoje teria sido feito, pois segundo a opinião geral e até dos Senhores Juízes, a “REGULAÇÃO DO PODER PATERNAL, NÃO É UMA QUESTÃO URGENTE” (está escrito num dos despachos no processo e despachado por um Senhor Juiz, substituto)
No dia 21 de Julho a Digníssima Procuradora e já na presença dos relatórios sociais e sabendo através de requerimento do meu Advogado, que o infantário onde eu visitava o Tomaz encerrava em Agosto, despacha “ Assim, por forma a contemplar tal situação, bem como, a relacionada com o encerramento do infantário onde tem vindo a realizar-se as visitas do progenitor ao menor, promovo que se proceda á designação de uma conferência de pais, de molde a proceder-se á eventual alteração do regime provisório estabelecido nos autos) crf. Art 157º da OTM.
Dois dias depois;
TRIBUNAL JUDICIAL DO CADAVAL
No dia 23 (dois dias depois do despacho da Digníssima Procuradora) temos uma conclusão que passo a descrever na totalidade para melhor compreensão;
=CLS=
“Por despacho do Exmo. Senhor Presidente do Tribunal da Relação de Lisboa foi p signatário incumbido de Substituir a Mma Juiz Titular do Tribunal do Cadaval, no período entre 15 e 25 de Julho de 2008, no que diz respeito á tramitação de processos com natureza urgente.
Ora, os presentes autos de regulação do exercício do poder paternal não têm natureza urgente.
Contudo, o presente caso aparenta necessitar de alguma rapidez de tramitação com vista a assegurar o superior interesse do menor Tomaz, tendo em conta a eventual necessidade de alteração do regime provisório já fixada nos autos.
Assim, e como doutamente promovido a fls. 515, 2º parte. Solicite, antes de mais, ao ISS-IP que informe da possibilidade de as visitas do menor poderem realizar-se nas instalações deste organismo.
Notifique.
Cadaval, 24 de Julho de 2008-08-13
Pois bem perante esta situação, uma vez mais a Segurança Social foi notificada para se prenunciar sobre a possibilidade de eu poder visitar o meu filho “só” nas instalações da Segurança Social (?).
A Dia 4 de Agosto, 11 dias depois de notificada, a Segurança Social responde que foi possível “arranjar” um espaço e que as visitas do pai ao menor teriam de ser, segundo combinação com a mãe do Tomaz, só dois dias por semana, ás terças das 15,00 ás 16,00 horas e ás 6ªs das 16,00 ás 17,00 horas.
A mesma Segurança Social no seu ofício datado de 4 de Agosto ainda pede ao Sr. Juiz do processo que se prenuncie se o menor e o pai durante o encontro têm que estar acompanhados por técnica da Segurança Social. (?)
Esta situação cabe perfeitamente no que é pretendido pela mãe do Tomaz, em que eu só o possa ver na presença de uma técnica da Segurança Social, conforme seu requerimento junto aos autos. Ou no Posto da G.N.R. do Cadaval.
Em conversa com o Senhor Comandante do Posto da G.N.R. do Cadaval, e quando o confrontei com situação atrás descrita, riu-se e disse-me que tal nunca tinha acontecido nem o posto esta vocacionado para receber crianças e visitas de pais.
Isto não pode ser verdade….agora temos, eu e o meu filho, que aguardar que um outro juiz substituto se prenuncie sobre o que a Segurança Social pergunta, mas se o novo juiz substituto entender que não se trata de um caso urgente, acabou definitivamente o meu contacto com o Tomaz e do Tomaz com o Pai, pelo menos até 15 de Setembro quando da abertura do Infantário.
Isto não pode estar (ou não devia estar) a acontecer. Estamos num Pais em que a JUSTIÇA ESCONDE-SE de uma criança de 5 anos, Justiça incapaz por insanidade.
Para quem for capaz de ajudar é preciso alguém que seja melhor que eu, e no que consta nos autos lembro que é dever do ADVOGADO não só falar verdade como prová-la.
Mais uma vez faço notar que não menciono nomes de pessoas, mas sim de instituições, e que se este post der origem a mais uma queixa junto ao processo, por favor e para poupar papel e tempo leiam mais do que uma vez antes do o fazer.
Sobre a Comissão de Menores do Cadaval, muito existe para dizer, mas deixo para outro dia, pois preciso de reunir elementos para o fazer.
Entretanto informo que apresentei pedido de ajuda junto da Provedoria de Justiça, e sei que algo está a ser feito, embora também saiba que o Provedor está de certo modo limitado na sua intervenção.
Igualmente apresentei reclamação junto do Conselho Superior de Magistratura, não tendo até á data qualquer notícia, no entanto como estamos em Agosto possivelmente os Serviços estarão de férias.
Todo este texto foi escrito e é da responsabilidade do Pai Carlos Tomaz
Tudo no melhor dos interesses do Menor Tomaz, e se poder de algum modo contribuir para que algo mude em relação aos muitos menores e pais deste País, que assim seja.
Irei até ás últimas instâncias, sabendo no entanto que não posso recorrer de qualquer decisão que o Tribunal venha futuramente a tomar, (por ser uma situação MENOR) no entanto o Estado está em falta e pode ser condenado.
Passamos agora ao presente, estamos a 13 de Agosto do ano de 2008, e são já 10 dias sem conseguir estar com o meu filho, se contarmos com alguns minutos que me foi possível no dia 4 estar com ele na Comissão de Protecção de Menores do Cadaval, pois caso descontemos esses minutos vai em 14 dias sem estarmos juntos. Anteriormente o convívio com o meu filho só tinha vindo a ocorrer desde Abril no recreio do infantário, onde por ordem do Estado na pessoa da Dota juíza (e uma vez mais o digo, por erro de leitura dos autos), eu só ai o podia visitar., mas como o infantário fechou em 31 de Julho e só reabre a cerce de 15 de Setembro, acabou para mim e para o meu filho o convívio de que ambos precisamos.
Foram dias, muitos, e humilhantes, pois a alegria de poder estar com o meu filho diariamente, embora tivesse que fazer cerca de 150 kilómetros, contrastava com a humilhação de ver outros pais ir buscar os filhos ao infantário e perceberem que estava ali um “MAU” Pai que só podia ver o filho no recreio do infantário e nada mais, mas que no entanto enquanto lá estava “tinha” que brincar também com os filhos deles, pois era impossível estar a sós com o meu filho Tomaz, o que também era compreensível pois ao fim de um dia de actividades curriculares, era natural que o Tomaz se dividisse entre o crer estar com o Pai e brincar com os companheiros do infantário.
No entanto esta experiência teve uma parte positiva, pois quando eu chegava ao recreio e para os meninos não era um Pai qualquer, mas sim o Pai Tomaz para todos, com quem iam brincar, levá-los ás cavalitas, empurrar baloiços e até por vezes por alguma ordem nas disputas naturais entre eles.
Desde 3 de Abril na Conferência de Pais em que fui penalizado por engano da Meritíssima juiz, foi ditado pela mesma para a acta que ia ser pedido á Segurança Social que elaborasse um Relatório Social sobre os progenitores, e que tal deveria ser enviado ao “Tribunal no prazo máximo de 20 dias”. O tempo foi passando e os relatórios Sociais não apareciam, nem os progenitores foram contactados para que tal acontecesse. Para uma das partes estava tudo bem e até era conveniente, para mim e ao fim de 42 dias andei na Segurança Social, em Lisboa á procura do pedido feito pelo Tribunal, percorri 3 Edifícios da Segurança Social e só ao Terceiro e após “algum esforço” lá foram encontrados os faxes do Tribunal do Cadaval no fundo de uma pasta, e que quando foram “descobertos” pelo departamento competente e com a máxima urgência procederam ao envio de um deles para a Segurança Social de Torres Vedras, zona de residência da mãe do meu filho. Desde logo ficou marcado para o dia seguinte para me deslocar novamente á Segurança Social para uma entrevista com a Técnica Dr.ª. A….A…
Assim aconteceu, ficando combinado que na próxima semana iria ser novamente convocado para outra entrevista. Passou a semana e nada de novo a segunda semana e nada, e na terceira semana entrei em contacto telefónico com a referida Técnica, que me disse ter estado de férias e por isso não ter sido possível agendar a reunião, tendo no mesmo instante a dita reunião ficado marcada para o dia seguinte, o que veio a acontecer nas instalações da Segurança Social.
Ficou nessa reunião combinado que eu teria de reunir os meus filhos em minha casa para que a referida Técnica marcasse uma ida á mesma e pudesse conversar com os irmãos do Tomaz, tal só aconteceu passadas duas semanas, mais concretamente a 20 de Junho (sexta feira).
Feita a visita á minha residência em Telheiras-Lisboa, certificadas as minhas condições habitacionais, e entrevistados os irmãos mais velhos do Tomaz, foi-nos dito pela Senhora Técnica que o relatório por ela a elaborar seguiria na próxima semana para o Tribunal, o que não veio a acontecer e que mais á frente explicarei.
Entretanto o relatório social da mãe do Tomaz e elaborado pela Segurança Social de Torres Vedras e que teve origem nas diligencias por mim feitas em Lisboa, é enviado para o Tribunal, tendo ai dado entrada a 11 de Julho, mas com data da sua elaboração de 26 de Junho, ou seja 15 dias após a sua conclusão pela técnica responsável, e 103 dias após ter sido solicitado pelo Tribunal.
Quanto ao meu relatório Social, e como o mesmo não havia meio de chegar ao Tribunal, entrei em contacto uma vez mais com a Senhora Técnica da Segurança Social de Lisboa, e responsável pela sua elaboração, a qual me informou que o relatório tinha seguido pelo correio para o Tribunal, e que se ainda não tinha chegado era culpa possível dos correios. Ora como as novas tecnologias existem para delas tirarmos partido foi por mim solicitado que o relatório fosse enviado ao Tribunal via Fax tal como tinha sido enviado inicialmente o de torres Vedras, para que assim, ainda houvesse tempo útil para a Senhora Juiz e a Senhora Procuradora se pronunciar antes das férias Judiciais, o fax chegou alguns minutos depois e os originais cerca de três dias após. O meu relatório Social deu entrada no Tribunal do Cadaval a 15 de Julho, mas com data da sua conclusão pela Técnica responsável a 7 de Julho, ou seja 8 dias após a sua conclusão e 25 dias após a reunião com os irmãos do Tomaz, e 107 dias após ter sido solicitado pelo Tribunal.
De uma coisa eu fiquei com a certeza, se não tivesse andado á procura pelos Serviços da Segurança Social, nada até hoje teria sido feito, pois segundo a opinião geral e até dos Senhores Juízes, a “REGULAÇÃO DO PODER PATERNAL, NÃO É UMA QUESTÃO URGENTE” (está escrito num dos despachos no processo e despachado por um Senhor Juiz, substituto)
No dia 21 de Julho a Digníssima Procuradora e já na presença dos relatórios sociais e sabendo através de requerimento do meu Advogado, que o infantário onde eu visitava o Tomaz encerrava em Agosto, despacha “ Assim, por forma a contemplar tal situação, bem como, a relacionada com o encerramento do infantário onde tem vindo a realizar-se as visitas do progenitor ao menor, promovo que se proceda á designação de uma conferência de pais, de molde a proceder-se á eventual alteração do regime provisório estabelecido nos autos) crf. Art 157º da OTM.
Dois dias depois;
TRIBUNAL JUDICIAL DO CADAVAL
No dia 23 (dois dias depois do despacho da Digníssima Procuradora) temos uma conclusão que passo a descrever na totalidade para melhor compreensão;
=CLS=
“Por despacho do Exmo. Senhor Presidente do Tribunal da Relação de Lisboa foi p signatário incumbido de Substituir a Mma Juiz Titular do Tribunal do Cadaval, no período entre 15 e 25 de Julho de 2008, no que diz respeito á tramitação de processos com natureza urgente.
Ora, os presentes autos de regulação do exercício do poder paternal não têm natureza urgente.
Contudo, o presente caso aparenta necessitar de alguma rapidez de tramitação com vista a assegurar o superior interesse do menor Tomaz, tendo em conta a eventual necessidade de alteração do regime provisório já fixada nos autos.
Assim, e como doutamente promovido a fls. 515, 2º parte. Solicite, antes de mais, ao ISS-IP que informe da possibilidade de as visitas do menor poderem realizar-se nas instalações deste organismo.
Notifique.
Cadaval, 24 de Julho de 2008-08-13
Pois bem perante esta situação, uma vez mais a Segurança Social foi notificada para se prenunciar sobre a possibilidade de eu poder visitar o meu filho “só” nas instalações da Segurança Social (?).
A Dia 4 de Agosto, 11 dias depois de notificada, a Segurança Social responde que foi possível “arranjar” um espaço e que as visitas do pai ao menor teriam de ser, segundo combinação com a mãe do Tomaz, só dois dias por semana, ás terças das 15,00 ás 16,00 horas e ás 6ªs das 16,00 ás 17,00 horas.
A mesma Segurança Social no seu ofício datado de 4 de Agosto ainda pede ao Sr. Juiz do processo que se prenuncie se o menor e o pai durante o encontro têm que estar acompanhados por técnica da Segurança Social. (?)
Esta situação cabe perfeitamente no que é pretendido pela mãe do Tomaz, em que eu só o possa ver na presença de uma técnica da Segurança Social, conforme seu requerimento junto aos autos. Ou no Posto da G.N.R. do Cadaval.
Em conversa com o Senhor Comandante do Posto da G.N.R. do Cadaval, e quando o confrontei com situação atrás descrita, riu-se e disse-me que tal nunca tinha acontecido nem o posto esta vocacionado para receber crianças e visitas de pais.
Isto não pode ser verdade….agora temos, eu e o meu filho, que aguardar que um outro juiz substituto se prenuncie sobre o que a Segurança Social pergunta, mas se o novo juiz substituto entender que não se trata de um caso urgente, acabou definitivamente o meu contacto com o Tomaz e do Tomaz com o Pai, pelo menos até 15 de Setembro quando da abertura do Infantário.
Isto não pode estar (ou não devia estar) a acontecer. Estamos num Pais em que a JUSTIÇA ESCONDE-SE de uma criança de 5 anos, Justiça incapaz por insanidade.
Para quem for capaz de ajudar é preciso alguém que seja melhor que eu, e no que consta nos autos lembro que é dever do ADVOGADO não só falar verdade como prová-la.
Mais uma vez faço notar que não menciono nomes de pessoas, mas sim de instituições, e que se este post der origem a mais uma queixa junto ao processo, por favor e para poupar papel e tempo leiam mais do que uma vez antes do o fazer.
Sobre a Comissão de Menores do Cadaval, muito existe para dizer, mas deixo para outro dia, pois preciso de reunir elementos para o fazer.
Entretanto informo que apresentei pedido de ajuda junto da Provedoria de Justiça, e sei que algo está a ser feito, embora também saiba que o Provedor está de certo modo limitado na sua intervenção.
Igualmente apresentei reclamação junto do Conselho Superior de Magistratura, não tendo até á data qualquer notícia, no entanto como estamos em Agosto possivelmente os Serviços estarão de férias.
Todo este texto foi escrito e é da responsabilidade do Pai Carlos Tomaz
Tudo no melhor dos interesses do Menor Tomaz, e se poder de algum modo contribuir para que algo mude em relação aos muitos menores e pais deste País, que assim seja.
Irei até ás últimas instâncias, sabendo no entanto que não posso recorrer de qualquer decisão que o Tribunal venha futuramente a tomar, (por ser uma situação MENOR) no entanto o Estado está em falta e pode ser condenado.
Segunda-feira, 28 de Julho de 2008
Como é que isto pode ser possível...?
Como é que é possível que um Juiz que está a substituir a Juiza do processo do Tomás, que está no tribunal há 10 dias, e mesmo após vários pedidos de urgência do nosso advogado, e parecer de urgência da própria Procuradora do Ministério Público, tenha tido a coragem de despachar dizendo que não vê urgência neste processo e vem pedir ao ISSP que permitam a utilização do seu espaço para que o pai possa visitar o Tomás aí durante as férias da escola...?
COMO É QUE ISTO É POSSÍVEL QUANDO EXISTE UM MENOR QUE ESTÁ, DE FACTO, EM RISCO?
Risco de negligência, de abuso, de abandono, de maus tratos...
Alguém que nos tente explicar, porque nem eu nem o meu pai conseguimos entender isto...
Vê-se logo que estão a brincar com os filhos dos outros...
COMO É QUE ISTO É POSSÍVEL QUANDO EXISTE UM MENOR QUE ESTÁ, DE FACTO, EM RISCO?
Risco de negligência, de abuso, de abandono, de maus tratos...
Alguém que nos tente explicar, porque nem eu nem o meu pai conseguimos entender isto...
Vê-se logo que estão a brincar com os filhos dos outros...
Sexta-feira, 11 de Julho de 2008
Para a Ritta
Ritta
Li o seu Post e começo desde já por lhe pedir que não TENHA PENA DO PEQUENO TOMAZ, como diz. O pequeno/GRANDE Tomaz não precisa que tenham PENA dele, mas sim que o ajudem a construir um futuro em que as mágoas não sejam apresentadas em forma de cicatrizes emocionais ou até físicas.
A palavra PENA só a reconheço quando se fala de um utensílio que os nossos avós usavam para escrever, molhando o seu aparo na tinta.
Cara Ritta, não consigo através do seu texto perceber a sua idade, mas creio que estará numa faixa etária bastante jovem…no entanto percebo, que como diz terá ficado marcada com o facto de ser filha de pais separados.
Sinto nas suas palavras alguma mágoa, e possivelmente muita dor, mas olhe que eu, o Pai Tomaz também sou filho de pais separados desde os meus 3 anos de idade e ainda hoje, pode crer guardo algumas imagens desses tempos, acredite que é verdade.
Comecei a trabalhar aos 10 anos como aprendiz de Dourador, e aos 14, já auto-suficiente e por iniciativa própria comecei a estudar á noite na então Escola Industrial Machado de Castro, em Lisboa. (Nunca na vida se é totalmente auto-suficiente)
Quanto ao assunto principal que aqui nos traz, que é a defesa do Tomaz, digo-lhe que como já vivi por experiência própria a amargura de nunca ter tido em toda a minha vida a possibilidade de pelo menos na noite de Natal ter os meus Pais reunidos, e também de não me lembrar nunca de um afecto, um carinho, um puxar o cobertor para me tapar melhor quando ia dormir, ou até mesmo de um passar a mão pela minha cabeça com sentimento de ternura.
Nunca me faltou nada, é verdade…mas faltou-me o principal…afecto.
Por estes motivos, pergunto-lhe, acha que estou a agir num acto de vingança, só porque eu passei o que passei e o meu filho também tem que passar?. Não Ritta!... Eu nem de longe quero que o Tomaz passe ou tenha uma sombra perto dele que o possa prejudicar na sua formação intelectual e logo como pessoa.
Quanto ao facto de por em dúvida que o que está escrito no blog seja ou não verdade, está em si acreditar ou não, mas se não acredita, porquê dar-se ao trabalho de ter PENA, de escrever o seu post, e até de duvidar do que outras pessoas ai escreveram dando apoios, ou mesmo criticando o conteúdo?
Diz que no blog só se sabe o que uma parte escreve e não se sabe a versão da outra parte!... Ritta, você escreveu livremente, a outra parte tem a mesma possibilidade de o fazer, mas até agora a única coisa que fez foi tirar cópias dos posts publicados e apresenta-los ao Tribunal, onde diz no seu requerimento que está escrito no blog, por mim, que a Juiz está comprada. Felizmente que qualquer pessoa de bem ao ler tudo o que está no blog percebe que nada do que foi denunciado está escrito, talvez por isso a Digníssima Magistrada tenha despachado a denúncia com “nada a requerer”.
Pode crer que o grande adulto…o grande herói será sempre o Tomaz, mas infelizmente a justiça em Portugal não funciona, estamos á 100 Dias, esperando por relatórios sociais que ainda não chegaram ao Tribunal, e que sabemos já estarem concluídos, e que eu daqui a alguns dias aqui explicarei porquê e porque motivos não foram enviados ao Tribunal, de momento não é possível fazê-lo para não ser mais um grão de areia na engrenagem.
Só para esclarecimento, não fui eu, Pai Tomaz, nem os irmãos que fomos ao Tribunal traiçoeiramente dar inicio a um Processo de Regulação do Poder Paternal, quando ainda vivíamos todos em “família”…foi a outra parte.
Obrigado Ritta
Pai Tomaz
Li o seu Post e começo desde já por lhe pedir que não TENHA PENA DO PEQUENO TOMAZ, como diz. O pequeno/GRANDE Tomaz não precisa que tenham PENA dele, mas sim que o ajudem a construir um futuro em que as mágoas não sejam apresentadas em forma de cicatrizes emocionais ou até físicas.
A palavra PENA só a reconheço quando se fala de um utensílio que os nossos avós usavam para escrever, molhando o seu aparo na tinta.
Cara Ritta, não consigo através do seu texto perceber a sua idade, mas creio que estará numa faixa etária bastante jovem…no entanto percebo, que como diz terá ficado marcada com o facto de ser filha de pais separados.
Sinto nas suas palavras alguma mágoa, e possivelmente muita dor, mas olhe que eu, o Pai Tomaz também sou filho de pais separados desde os meus 3 anos de idade e ainda hoje, pode crer guardo algumas imagens desses tempos, acredite que é verdade.
Comecei a trabalhar aos 10 anos como aprendiz de Dourador, e aos 14, já auto-suficiente e por iniciativa própria comecei a estudar á noite na então Escola Industrial Machado de Castro, em Lisboa. (Nunca na vida se é totalmente auto-suficiente)
Quanto ao assunto principal que aqui nos traz, que é a defesa do Tomaz, digo-lhe que como já vivi por experiência própria a amargura de nunca ter tido em toda a minha vida a possibilidade de pelo menos na noite de Natal ter os meus Pais reunidos, e também de não me lembrar nunca de um afecto, um carinho, um puxar o cobertor para me tapar melhor quando ia dormir, ou até mesmo de um passar a mão pela minha cabeça com sentimento de ternura.
Nunca me faltou nada, é verdade…mas faltou-me o principal…afecto.
Por estes motivos, pergunto-lhe, acha que estou a agir num acto de vingança, só porque eu passei o que passei e o meu filho também tem que passar?. Não Ritta!... Eu nem de longe quero que o Tomaz passe ou tenha uma sombra perto dele que o possa prejudicar na sua formação intelectual e logo como pessoa.
Quanto ao facto de por em dúvida que o que está escrito no blog seja ou não verdade, está em si acreditar ou não, mas se não acredita, porquê dar-se ao trabalho de ter PENA, de escrever o seu post, e até de duvidar do que outras pessoas ai escreveram dando apoios, ou mesmo criticando o conteúdo?
Diz que no blog só se sabe o que uma parte escreve e não se sabe a versão da outra parte!... Ritta, você escreveu livremente, a outra parte tem a mesma possibilidade de o fazer, mas até agora a única coisa que fez foi tirar cópias dos posts publicados e apresenta-los ao Tribunal, onde diz no seu requerimento que está escrito no blog, por mim, que a Juiz está comprada. Felizmente que qualquer pessoa de bem ao ler tudo o que está no blog percebe que nada do que foi denunciado está escrito, talvez por isso a Digníssima Magistrada tenha despachado a denúncia com “nada a requerer”.
Pode crer que o grande adulto…o grande herói será sempre o Tomaz, mas infelizmente a justiça em Portugal não funciona, estamos á 100 Dias, esperando por relatórios sociais que ainda não chegaram ao Tribunal, e que sabemos já estarem concluídos, e que eu daqui a alguns dias aqui explicarei porquê e porque motivos não foram enviados ao Tribunal, de momento não é possível fazê-lo para não ser mais um grão de areia na engrenagem.
Só para esclarecimento, não fui eu, Pai Tomaz, nem os irmãos que fomos ao Tribunal traiçoeiramente dar inicio a um Processo de Regulação do Poder Paternal, quando ainda vivíamos todos em “família”…foi a outra parte.
Obrigado Ritta
Pai Tomaz
Quinta-feira, 26 de Junho de 2008
Para memória futura
Assim como já tentaram, junto do Google, eliminar este blog, tentaram ontem à noite aceder a ele.
Para que fins? Boa pergunta.
Com que legitimidade? Nenhuma.
Felizmente, ao tentar uma recuperação de username e/ou password, o Google não fornece nenhuma informação por dá cá aquela palha e aproveita e manda aí a informação para outro endereço de email que não os que estão registados aí.
O Google tem políticas de segurança que salvaguardam os seus utilizadores.
Assim como também tem Termos e Condições de Utilização.
Não é de qualquer maneira que vão conseguir aceder a este blog. E, se o conseguirem fazer, será de forma ilegal, punível por lei.
Ah, e de cada vez que tentarem uma recuperação de username e/ou password, nós, os autores deste blog, automaticamente recebemos um email do Google a informar.
Para que fins? Boa pergunta.
Com que legitimidade? Nenhuma.
Felizmente, ao tentar uma recuperação de username e/ou password, o Google não fornece nenhuma informação por dá cá aquela palha e aproveita e manda aí a informação para outro endereço de email que não os que estão registados aí.
O Google tem políticas de segurança que salvaguardam os seus utilizadores.
Assim como também tem Termos e Condições de Utilização.
Não é de qualquer maneira que vão conseguir aceder a este blog. E, se o conseguirem fazer, será de forma ilegal, punível por lei.
Ah, e de cada vez que tentarem uma recuperação de username e/ou password, nós, os autores deste blog, automaticamente recebemos um email do Google a informar.
Quarta-feira, 25 de Junho de 2008
Diz o povo e com razão
que quem não deve, não teme.
Ora, seguindo este raciocínio, só quem tem algo a esconder luta com todos os meios para que a informação não seja conhecida.
Quero eu com isto dizer que, por algum motivo, ALGUÉM contactou o Google para que este blog fosse retirado do ar...porquê, se tudo o que aqui é relatado é a mais pura verdade...?
[e para quem ainda não percebeu: eu não estou nisto pelo meu pai, contra a mãe do Tomás, ou para benefício próprio. Não. Eu estou nisto pelo bem estar do meu irmão, a pensar única e exclusivamente nele. Quer-me parece que há por aí pessoas que ainda não entenderam isso...com muita pena minha.]
Ora, seguindo este raciocínio, só quem tem algo a esconder luta com todos os meios para que a informação não seja conhecida.
Quero eu com isto dizer que, por algum motivo, ALGUÉM contactou o Google para que este blog fosse retirado do ar...porquê, se tudo o que aqui é relatado é a mais pura verdade...?
[e para quem ainda não percebeu: eu não estou nisto pelo meu pai, contra a mãe do Tomás, ou para benefício próprio. Não. Eu estou nisto pelo bem estar do meu irmão, a pensar única e exclusivamente nele. Quer-me parece que há por aí pessoas que ainda não entenderam isso...com muita pena minha.]
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